Antes Tarde do que Nunca! 4 V E3 D1 120m

Indo e vindo do Rio namorava uma parede entre Nogueira e Correas e uma grande mancha na parede me chamava atenção.  Até que me caiu à ficha que era o Morro do Pavão, o mesmo que ficava atrás do nosso Abrigo.

P1 - Vinil e Rodrigo

P1 – Vinil e Rodrigo

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Fendas do Vila Rica

Salve Galera.

Passando algumas vezes pela BR 040, sempre olhava para duas cavernas no alto de uma montanha sonhando que pudéssemos ter algumas super vias.
O destino é bom e fez a gente esbarra com o Tassio, rapaz novo na escalada, cheio de vontade e morador da Vila Rica, bairro que fica na base da montanha.
Juntando forças com Diogo Chazan, Tassio e alguns amigos da Vila, fomos explorar as cavernas e o setor. Tivemos uma linda surpresa em perceber que as cavernas não poderiam oferecer muito, mas a parede entre elas estava recheada de belas fendas.
Já sabendo que poderíamos abrir linhas incríveis voltamos carregados com toda a tralha de conquista e os moveis. Nesse dia abrimos a primeira via – Lendas Urbanas.
Praticamente abrimos uma via por investida já que o sol pela manha é muito forte e começávamos a trabalhar depois das 14h.
Terceira investida foi com Branco (Diogo) e Botafogo quando abrimos a Soma de Todas as Tretas e depois voltei mais duas vezes com o Luiz Paulo (Vinil) e com o Rodrigo Valle, eles abriram duas linhas em Artificial e uma delas foi livrada depois.
Ainda faltam as cadenas dessas vias e existem umas cinco linhas a serem abertas.

Vila Rica fica aproximadamente 30 minutos do nosso abrigo e como incentivo ao desenvolvimento estamos liberando o pernoite para escaladores que forem conquistar ou fazer manutenção nas vias da região.

Livrando a ChãoChão da Terra

Livrando a ChãoChão da Terra

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Dia 25 de outubro estive com a Flavia no PNT na intenção de reativar uma conquista antiga e abandonada no Andaraí Maior, mas o mal tempo nos colocou para baixo e acabamos no Campo Escola 2000.
Munidos de furadeira e proteções, cogitamos a probabilidade de aproveitar a oportunidade e fazer a manutenção de alguma via, sabendo que manutenção em setor esportivo sempre é uma questão complicada logo desanimamos, mas ainda bem que encontramos com o Bie que colocou uma vibe e fizemos a troca da 8ª proteção da Frases Feitas.

Ele aproveitou e ainda acrescentou mais duas chapas em um projeto que esta sendo trabalho de top. Esperando cadenas. :D

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Proteção antiga

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Nova proteção.

Vendo Camalot 5.

CAM KIKO
Estado de zero.
Valor : R$ 390,00

Tratar direto com Marcus (marcus@proativa21.com.br)

Ola Senhor@s.
Nessa quinta feira (03/09/2015) estive com o Bruno Gandelman na via Xeque-Mate (face leste do Totem – Pão de Açúcar) para fazer a troca de algumas das proteções que há muito tempo já estavam em um estado deplorável.
Nossa intenção era trocar todas as proteções torcidas, com “palhetas” no grampo, para fora ou com sinal de corrosão avançado, mas infelizmente minha furadeira deu problema e só foi possível trocar quatro proteções.
Trocamos a 1ª e a 4ª proteção da segundo enfiada (como base no Guia da Urca), trocamos um Grampo de 3/8 por uma chapeleta na P2, mantendo um grampo de ½ e a primeira proteção da terceira enfiada.

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1ª proteção da segunda enfiada

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1 grampo 4 palhetas – e um dedo para fora :)

Decidimos não trocar o grampo mal posicionado, pois acreditamos que isso poderia alterar a via e fui direto até a 4ª proteção da terceira enfiada. Já pronto para fazer a troca, a furadeira não deu sinal de vida e tive que rapelar de um grampo cheio de palheta, para fora e torto, ainda bem que estava com uma retinida e pude fazer o rapel por ela enquanto o Bruno garantia a segurança na corda de guiada.
Espero voltar em breve para finalizar esse trabalho.

Arthur Estevez

Xeque-Mate

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Bruno ainda na Vr. do Kid

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Bruno guiando a grande fenda

 

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Bruno na 2ª enfiada

 ERRATA: Vale lembrar que todas as proteções são cedidas pelo GT de Manutenção de via da FEMERJ. 

Salve Galera.
Hoje (03/07/15) estive com o Luiz Donza para desenhar o croqui da sua ultima conquista no Morro do Moganga (Alto).
A via foi iniciada há alguns anos por ele e pelo Pablo Mendonça e terminada em maio desse ano.
A via começa por uma laca e logo entra em uma  linda canaleta que se estende por toda enfiada que é MUITO bem protegida.
Na segunda enfiada a dificuldade cai bastante, mas a exposição aumenta.

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A terceira enfiada tem um pequeno e interessante diedro que deve ser protegido por duas peças pequenas (.3, .4 de preferencia TCU) e logo entra na parede mais vertical da via que me pareceu um 6+. Recomendo usar uma costura de 1,20m antes do diedro e com as peças para evitar o atrito.

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A quarta e ultima enfiada é uma longa travessia para direita que leva ao grande platô da via Paredão Manoel Alves.

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É possível rapelar reto com uma corda de 70 ou corda dupla.

Nem tudo tá Perdido

Via muito bem protegida e com um visual incrível da Serra. Escalada altamente recomendada.

Vendo
GriGri1 R$ 150,00
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GriGri2 R$ 200,00
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GriGri2 R$ 100,00 (travamento perfeito porem com defeito na alavanca de liberação)
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Camp SOLO (Super novo, sem uso) R$ 150,00
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Fazer contato direto com a Fernanda:  fernandabb@hotmail.com

Salve Galera.
Em dezembro de 2014 a Nereida tentou repetir a Hidro no Topo. Vejam o relato dessa linda escalada no Tabuleiro.

 
ESCALADA NA CACHOEIRA DO TABULEIRO – Climbing BigWall Style

Eu amo escalar, como a maioria das pessoas que vão ler este post. A gente gosta de expandir nossos limites e curtir a natureza. Depois de acabar o mestrado em matemática, tirei 6 meses de licença do trab pra poder investir na minha escalada. Escalar no Tabuleiro eu queria muito! Via as fotos!! Queria ficar dias inteiros do lado da cachoeira!! E incrementar meus conhecimentos de bigwall, que é uma escalada que dura mais de um dia e geralmente em paredes de graus altos. (foto1, se aproximando da parede)

Chegada

(aproximando da parede)

A equipe e a preparação

Passando uma semana no Cipó e visitando Conceição de Mato Dentro pra fazer boulders, eu assuntava geral pra ver como eu podia viabilizar minha ida no Tabuleiro. Tinha que ir com alguém mais experiente, um guia que conhecesse o caminho, que desse conta das questões logísticas, de 7c de parede e artificial de buraco de Cliff valendo oitavo e nono. Na escalada eu estou buscando a certificação e encaro como outro mestrado, então faço disciplinas de todas as modalidades com os melhores mestres que encontro. Eu também procuro estar junto de pessoas com vibrações de amor e gratidão. O Leandro Iannotta (Mr. Bean) eu tinha conhecido no Cipó, um tempo atrás, na base da Lamúrias. Eu estava cedo na base com todo meu material esperando meus amigos pra me darem seg e o Mister Mestre passou, se oferecendo pra me assegurar, já falando logo que botava fé em mim de passar o lance. Eu já confiava nele quando soube que ele estava começando a trabalhar como guia para a escalada no Tabuleiro. Eu fui no Açaí da Serra e falei pra ele que queria ir. O Mister queria fechar esse acontecimento tanto quanto eu! E o Michael MitoSan tava nessa procura também, ávido só por isso! Cada um agradecendo em silêncio um aos outros por permitir que a realidade tão desejada colapsasse, tudo dando certo! (figura 2 – a equipe no platô de bivaque, 100 metros acima do chão)

 

platô

(a equipe no platô de bivaque, 100 metros acima do chão. Da esquerda pra direita, Nereida, Michael e Leandro Iannotta)

Eu já estava treinando pra paredões de sétimo grau. Eu tinha acabado meu programa de sexto-sétimo grau na Companhia da Escalada, com Secundo, Gallotti, Waldo e Lagartão (vias do Rio). Meus treinos nas semanas anteriores à escalada no Tabu foram fazer de 100 a 150 metros de vias de 7c, 8a umas quatro vezes por semana e eu conseguia isso dando várias entradas em vias esportivas. Meus treinos foram no Cipó-MG, Barrinha-RJ e 2000-RJ.

Eu, do Rio e o Michael, de BH, chegamos num domingo à noite do início de dezembro no Abrigo G3, ponto de encontro. O Mister, que mora no Cipó, nos encontraria ali no dia seguinte, 8h. Fomos pra Conceição no meu carro. Precisa um termo de autorização da FEMEMG pra escalar no tabuleiro e termos de risco.

Primeiro Dia de Escalada

A caminhada até a base dura mais de 1 hora. Estávamos pesados, tínhamos 5 cordas, costuras, proteções móveis, jumares, estribos, material para dormir e comida para  2 dias. Fizemos a Via Hidronotopo, que tem como desfrute 1 diedro de 7b em móvel, esticões aéreos de 7b e 7c e um largo de artificial A1 em buraco de cliff que vale oitavo, sendo o resto dos outros dois largos de sexto grau também lindos! Depois da caminhada vai subindo por umas pedras escorregadias, pega água, 3 litros pra cada, sobe uma fenda de quinto em móvel, reboca as mochilas, faz uma horizontal e chega na base do lindo diedro de 7b em móvel. O Mister guiou, eu fui de segundo escalando e tirando as peças e encadenei!!, aproveitando bem os descansos! (foto 3 – diedro de 7b em móvel, Leandro Iannotta guiando)

 

Diedro

(diedro de 7b em móvel, Leandro Iannotta guiando)

 

Quando cheguei na parada já armamos de eu guiar o quinto em móvel seguinte até o platô na seg do Mister que ao mesmo tempo rebocava as mochilas, com a ajuda do Michael lá embaixo. Eu cheguei  no platô e fixei a corda. Eles vieram jumareando. Chegamos com tudo no platô a 100 metros do chão. Então nessa primeira parte da escalada já deu pra entender a questão de como demora escalar e ter que subir bastante peso pra cima. Ainda de tarde deu tempo do Michael guiar a enfiada seguinte ao platô, um 7b esportivo lindo, na pedra vermelha do Tabuleiro!!, com final tendo que dar uma passada de cliff de buraco e artificial em móvel! Recentemente o Jahjah liberou esta passagem e deu 9a/b. (foto 4, Michael começando o esticão de 7b esportivo com final em artificial).

 

Nosso plano inicial seria o mister ir limpando e já guiar e deixar encordada o próximo esticão, de 7c, mas ele decidiu fazer isso no dia seguinte então eu pedi pra limpar o 7b. Liiiindo!! Mais escalada linda durante o dia adorável ao lado da cachoeira!! Curti a escalada, faltou eu isolar o lance inicial de entrada no esticão, mas deu pra artificializar. Linda parede vermelha e negativa!! Pegas ótimas e regletes, pedra aderente!! Desfrute!! No final do esticão, quando chegou o artificial, eu jumariei. Eu achei que o Mich mandou muito bem guiando este esticão exigente!! Eu limpei levando uma corda retinida clipada atrás do bouldrier. O mister fixou a ponta de baixo dessa retinida na parada do platô e nós fixamos a outra ponta lá no final do 7b, deixando o esticão encordado. Deixamos a segunda corda também fixada na parada de cima e descemos com a outra ponta pra fixar na parada do platô, assim teríamos duas cordas para jumariar no dia seguinte até o ponto mais alto que chegamos na parede. Nós usamos o grigri para descer pela corda fixa. Uma vez todos no platô novamente, caminhamos um pouco para a direita para uma parte mais ampla onde fizemos uma janta de macarrão com calabresa, cebola, alho e queijo, em um fogo cercado por pedras e fomos dormir embaixo das estrelas, com isolante e saco de dormir.

Segundo Dia

Acordando com o sol, fizemos um café e refeição com pão, mel e queijo e fomos ao trabalho! rs Íamos levar só a mochila menor com água e materiais para o dia. A estratégia do ataque já tinha sido conversada, explanada e entendida durante o jantar e café: Todos jumariaríamos o esticão de 7b encordado, Mito levando a mochila. O mister foi na frente e eu e o Mich pudemos ir cada um em uma das cordas. (foto 5 – Leandro Iannotta laboring tuesday morning, trabalhando terça de manhã)

Foi muito difícil sair da parada jumariando na horizontal até pegar a parte vertical da corda, porque as enfiadas da Hidronotopo são todas bastante diagonais. Nessa hora você tem que confiar no seu equipamento, as cordas são muito exigidas, você vai indo e vendo elas raspando nas arestas!! kkkk Quando eu cheguei na parada, o mestre já tinha começado sua guiada do 7c na seg do Michael. Eu limparia, escalando. Como eu estava adorando poder escalar todos estes lindos esticões! Era bem negativo e tinha muitas passadas em agarras pequenas entremeadas de maiores. Liiiiinda escalada nas pedras vermelhas, tem textura de arenito, não sei qual a pedra de lá do tabuleiro, mas é uma delícia!! (foto 6, Nereida de segundo no esticão de 7c esportivo)

 

7c Esportivo

(Nereida de segundo no esticão de 7c esportivo)

 

 

O mister deu uma rebocadinha no início, que era mais difícil, incrível como o mister sabe dar a dose certa de tudo! Ele tem uma medida exata (mais pra farta!! rs) de generosidade e incentivo, ele chama pra gente estar num nível profundo de CONSCIÊNCIA! “Acrediiita! Com consciência!! Incríiiiivel!!” São as frases que ele mais fala!! What amazing days! Living in THE PRESENT! Então era eu chegando de ter escalado o largo de 7c por uma corda e o Mito chegando jumariando pela outra com a mochila. Confraternizamos os 3 na parada e o mestre já saindo pro esticão A1 na seg do Mich. Eu e o Mich jumareamos este esticão, cada um em uma corda. A chegada na parada sempre era brindada com cumprimentos dos parceiros. Estávamos os três muito FOCADOS todo o tempo! (foto 7 – esticão A1 também vale 8b/c em livre, guiado pelo Mister)

 

O próximo esticão era de sexto grau, com proteções fixas. O Michael guiou. No final estava molhado por mais de 5 metros até chegar na parada, bem no crux do esticão. O mister tentou passar esta parte também, em livre e artificializando. Teve uma queda, mas conseguiu chegar na parada. A minha progressão e do Mich nessa enfiada foi emocionante, porque há vários pêndulos de big wall, inclusive pra quem estava limpando (eu). Depois de tomar 2 pêndulos eu usei o procedimento de pêndulo controlado que eu aprendi com o Daflon na Waldo, eu me acalmei assim, porque eu já estava abalada, haha. A última enfiada também estava molhada. Tocava pra mim, mas eu já fui falando logo que meu nível saiadim era 2 e nesse nível a gente não guia no molhado! Ahaha Só que o nível 3 e 4 pra cima, que estavam do meu lado, tentaram passar de todas as maneiras. Que isso meu? Tava limo na pedra, tava uma cachoeira fraca caindo lá de cima molhando dia e noite aquela passagem…  eu não queria desentimular eles ali tentando subir no fator dois, fiquei bem colada na parede, mas confesso que fiquei aliviada depois que eles desistiram, não antes de tentar até conquistar uma variante kkk, tudo fanático!!

A descida foi linda! Verdadeiramente há o comprometimento de confiar nos seus equipamentos, principalmente nas cordas. Você vai descendo naquela corda única e vai vendo ela raspando na aresta mais proeminente… e pra chegar na parada, tem que puxar o jumar e se puxar para frente, porque todos os esticões da parede são em diagonal. Pra chegar na parede também sempre tem uma aresta maior onde a corda raspa! Tem que manter o sangue frio!! (foto 9 – descida)

 

descida

(Descida)

 

Então dormimos mais uma noite no platô. A mesma comida boa, o céu estrelado, e estávamos tão integrados como equipe que dormimos em formação de avião, flecha!! No dia seguinte, depois de acordar curtindo, tomar café e arrumar tudo, fizemos os rapéis restantes, descendo do platô, tomamos um banho no poço revigorante, fizemos a caminhada de volta a portaria do parque e pegamos o carro. Teve a parada pro pastel e cerveja no tabuleiro mesmo e a volta pro cipó. Na chegada no Abrigo 3, o Magrão veio nos receber e foi o primeiro a ouvir nossas histórias, ver as fotos, compartilhar as experiências que ele também teve no Tabuuu…

A Taissa me perguntou que dicas eu daria pras mulheres que desejam fazer esta aventura. Eu acho que esta mulher tem que ser independente, pró-ativa, fazer força, ter uma base de parede e procedimentos e estar firme no sétimo grau, pelos menos! Tá ao alcance de quem se dedicar um pouco! Tem que querer muito! Eles chamam estes espaços protegidos e de difícil acesso de INTANGÍVEL. Então não é banal, mas tá ao alcance de qualquer um/uma que persiga com determinação.

Como diz o Mito: “Não tem um dia que eu não me lembre de tudo!! ” Dias perfeitos “.”

 

Salve pessoal.

A Fernanda esta vendendo duas mochilas que estavam paradas no armário.

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Mochila Mont Blanc Alpinist- USADA 75l + 15
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Fazer contato direto com a Fernanda:  fernandabb@hotmail.com